Na semana passada, abordou-se o modo como surgiu a ideia que deu origem à Escola Complementar do Til, hoje Escola da APEL. Apresentaram-se as instituições que a promoveram (Associações de Pais, Colégios católicos, Congregações religiosas, Diocese do Funchal…), no contexto da conjuntura social e política do pós-25 de abril.
Agora, nesta segunda parte do mês de julho, chegou a altura de falar de pessoas. Sim, porque, sem pessoas, as instituições ou não existem e, caso existam, não funcionam.
Já se disse que a ideia da criação de uma escola secundária, que desse continuidade à ação educativa dos colégios católicos, partiu do Colégio Infante D. Henrique, situado no Monte, que teve na respetiva Associação de Pais uma entusiasta promotora. No entanto, sem alguns dos padres que orientavam esse Colégio, a ideia não teria pulado o muro que limita os lindos parques ajardinados onde, ainda hoje, saltitam alegres crianças e irrequietos adolescentes, para regalo de quantos, sobretudo turistas, que passam no Caminho do Monte. Toda a comunidade religiosa do Colégio esteve muito envolvida neste processo, mas há que referir sobretudo dois dos seus membros que mais se evidenciaram.




O aluno Pedro Afonso Santos, da turma 12 A2, obteve um honroso terceiro lugar no concurso relativo à efeméride do “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”. Dinamizado pelo Representante da República para a Madeira, este concurso, de realização anual a partir de 2013, tem por objetivo associar as gerações mais novas às comemorações do dia 10 de junho.